Imagino as mídias digitais daqui 5 anos com o surgimento de novas ferramentas, com mais pessoas podendo ter acesso a internet, grandes investimentos em publicidade virtual, negócios sendo realizados cada vez mais pela rede, etc.
Provavelmente ao decorrer desse tempo novos softwares e hardwares serão criados, e isso certamente também irá mudar o jeito em que funcionam as mídias digitais. É dificil tentarmos adivinhar o que ainda pode ser inventado e está por vir, mas para se ter uma idéia do que pode ocorrer, vamos voltar a um tempo atrás e analisarmos.
Quem há um tempo atrás podia dizer que hoje teríamos uma enciclopedia online com mais de 13 milhões de artigos, um canal virtual onde qualquer pessoa pode disponibilizar seus vídeos para acesso em qualquer parte do mundo ou então o próprio twitter, uma idéia simples que viria a conquistar grande parte das pessoas pelo mundo, inclusive grandes personalidades como artistas, presidentes, etc.
As mudanças do mundo estão aí e quando se fala em tecnologia parece que a evolução ocorre na velocidade da luz. Novas idéias e novos projetos são lançados a todo dia e nós temos que estar prontos para recebê-las e selecionar as que nos serão úteis.
Para não ficar louco ou ser chamado de um, cabe esperar para ver.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Vídeo Rafinha e a cybercultura
Não temos hoje como negar que as novas tecnologias são essenciais em nossa vida. Sobretudo para aqueles que já nasceram quando já existiam a internet, o celular, etc.
Eu posso me auto intitular como um desses, quando eu nasci, aproximadamente há 20 anos atrás, creio que o computador ainda não era tão popular, tão acessivel, mas isso logo mudou e hoje posso dizer que até mesmo nos tempos de escola fiz poucas pesquisas e trabalhos que não usei a internet.
Quando eu já tinha aproximadamente os meus 10 anos, os celulares estavam começando a se popularizar e eu ganhei o meu. Era aquele famoso Nokia 3280, que tinha o jogo da cobrinha, um avanço na época. Lembro que no início eram só eu e outro amigo meu que tinham celular na turma do colégio e todo mundo na hora do intervalo pedia pra jogar um pouco do jogo. Isso logo mudou, e pouco depois era dificil é de achar alguém na sala que não tivesse celular. Meus pais viram naquele momento em que me deram o aparelho uma forma de me controlar, de diminuirem a preocupaçao que tinham comigo quando eu saía da escola ate chegar em casa, quando ia dormir na casa de um amigo, etc.
Hoje digo sim que eu conseguiria viver sem essas tecnologias, mas talvez em um lugar onde ela não se faz tão necessária. Ao finais de semana as vezes quando vou para o sítio, onde não tem internet, nem sinal de celular (se não conectá-lo a uma antena externa) até que dá para se virar bem, mas morando na cidade, onde todos tem acesso a esses meios, não se pode ficar para trás. Sempre antes de sair para uma festa ou algo parecido dou uma entrada no msn para ver quem tá online, se alguém que eu queria falar não estiver on-line recorro para o orkut ou ligo. E se nada disso existisse?
A nossa vida já foi programada contando com isso, contando que se no dia do aniversário de um amigo se eu não vê-lo eu posso ligar para ele ou simplismente mandá-lo um recado pelo orkut. Aliás, ninguém hoje nem se preocupa muito em gravar datas de aniversário, pois é só se conectar ao orkut que lá ele avisa quem são os aniversariantes do dia.
Tudo se tornou hoje tão banal, que nem as empresas estão fugindo disso. Boa parte dos anuciantes de mídia impressa correu para a internet, criou sites de ouvidoria ao consumidor, canal de compras, etc. Até remédio se compra hoje em dia pela internet. Já assisti uma matéria na televisão inclusive onde médicos consultavam pacientes de casos mais complexos conectados à outros médicos de diferentes partes do mundo em tempo real, afim de tirar algumas dúvidas, receber sugestõs, etc.
Enfim, não há como esconder. Somo sim "rafinhas", adeptos ao que denominamos cybercultura ou cultura digital.
Eu posso me auto intitular como um desses, quando eu nasci, aproximadamente há 20 anos atrás, creio que o computador ainda não era tão popular, tão acessivel, mas isso logo mudou e hoje posso dizer que até mesmo nos tempos de escola fiz poucas pesquisas e trabalhos que não usei a internet.
Quando eu já tinha aproximadamente os meus 10 anos, os celulares estavam começando a se popularizar e eu ganhei o meu. Era aquele famoso Nokia 3280, que tinha o jogo da cobrinha, um avanço na época. Lembro que no início eram só eu e outro amigo meu que tinham celular na turma do colégio e todo mundo na hora do intervalo pedia pra jogar um pouco do jogo. Isso logo mudou, e pouco depois era dificil é de achar alguém na sala que não tivesse celular. Meus pais viram naquele momento em que me deram o aparelho uma forma de me controlar, de diminuirem a preocupaçao que tinham comigo quando eu saía da escola ate chegar em casa, quando ia dormir na casa de um amigo, etc.
Hoje digo sim que eu conseguiria viver sem essas tecnologias, mas talvez em um lugar onde ela não se faz tão necessária. Ao finais de semana as vezes quando vou para o sítio, onde não tem internet, nem sinal de celular (se não conectá-lo a uma antena externa) até que dá para se virar bem, mas morando na cidade, onde todos tem acesso a esses meios, não se pode ficar para trás. Sempre antes de sair para uma festa ou algo parecido dou uma entrada no msn para ver quem tá online, se alguém que eu queria falar não estiver on-line recorro para o orkut ou ligo. E se nada disso existisse?
A nossa vida já foi programada contando com isso, contando que se no dia do aniversário de um amigo se eu não vê-lo eu posso ligar para ele ou simplismente mandá-lo um recado pelo orkut. Aliás, ninguém hoje nem se preocupa muito em gravar datas de aniversário, pois é só se conectar ao orkut que lá ele avisa quem são os aniversariantes do dia.
Tudo se tornou hoje tão banal, que nem as empresas estão fugindo disso. Boa parte dos anuciantes de mídia impressa correu para a internet, criou sites de ouvidoria ao consumidor, canal de compras, etc. Até remédio se compra hoje em dia pela internet. Já assisti uma matéria na televisão inclusive onde médicos consultavam pacientes de casos mais complexos conectados à outros médicos de diferentes partes do mundo em tempo real, afim de tirar algumas dúvidas, receber sugestõs, etc.
Enfim, não há como esconder. Somo sim "rafinhas", adeptos ao que denominamos cybercultura ou cultura digital.
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