O texto diz que há milhares de anos o homem teve que aprender a controlar a natureza para dela poder tirar sua subsistência, e que hoje praticamente o mesmo acontece em relação as novas tecnologias. As inovações estão aí e o homem que administra uma empresa tem que saber como tirar proveito delas para se fortalecer no mercado.
A tecnologia digital, por exemplo, vem exercendo influência direta sob a forma como acontecem as relações humanas e as empresas fazem negócios. As empresas mais velozes nesse sentido das novas tecnologias já foram capazes de alterar suas atividades para atender às novas exigências, e outras fazem dessa nova tecnologia a razão para o seu crescimento ou surgimento.
O texto retrata também a situação de que agora dando vez ao tradicional espaço físico (loja), se faz necessário um centro de distribuição, com processos e programas diferentes, que não requerem mais um local ‘nobre’. O autor ainda diz que o que deve se tornar nobre no âmbito atual é a comunicação, o relacionamento com clientes. Acabou surgindo um novo modelo de negócio.
Ante a essa nova realidade na qual vivemos hoje em dia, uma série de empresas já começaram a se desenvolver com estratégias de marketing que fazem uso de tecnologias digitais, desde a utilização para comunicação institucional e de produtos, até a utilização em promoção, vendas on-line, serviço de atendimento a clientes e um conjunto infinito de ações criativas que vem sendo implementadas a cada novidade tecnológica que aparece no mercado.
O texto ainda nos apresenta o que o autor intitula como as sete forças do marketing digital. Onde são elas: Interatividade, personalização, globalização, integração, aproximação, convergência e democratização da informação. Cada uma delas com o seu importante papel no contexto econômico atual.
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